Smart Cities

O problema não é falta de dado

É falta de conexão entre eles. Cada secretaria, concessionária e fornecedor opera o próprio sistema, no próprio formato, e o painel do gestor acaba sendo uma planilha montada à mão toda segunda-feira. Começamos pelo inventário do que já existe e pelo que cada fonte é capaz de responder hoje.

Integração antes de dashboard

Um painel bonito sobre números que não fecham é um risco, não uma ferramenta. Construímos primeiro a camada de integração — coleta, normalização, histórico e qualidade — e a visualização depois. É o que permite comparar o mesmo indicador entre bairros, meses e fornecedores sem asterisco.

IA onde ela decide alguma coisa

Previsão de demanda de transporte, priorização de chamados, detecção de anomalia em consumo, manutenção preditiva de ativos urbanos. Aplicamos modelos onde eles mudam uma decisão operacional — não onde produzem mais um relatório.

Feito para durar mais que o mandato

Padrões abertos, documentação e a equipe da cidade ou da concessionária treinada para operar o que entregamos. Software público que depende de um único fornecedor para respirar é dívida, não patrimônio.

Perguntas frequentes

É a camada que faz os sistemas da cidade conversarem: transporte, iluminação, saneamento, atendimento ao cidadão e os ativos que sustentam tudo isso. A Doois desenha e constrói essa camada — integração, histórico, painéis e automações — a partir dos sistemas que já estão em operação.

Não. Integramos. Trocar tudo é caro, demorado e quase sempre desnecessário: o que costuma faltar é a ponte entre o que já existe. Quando um sistema realmente precisa sair, isso é conclusão do diagnóstico, não ponto de partida.

Dado de cidade é dado de gente. Trabalhamos com minimização, controle de acesso por papel, registro de auditoria e retenção definida por finalidade, do jeito que a LGPD exige. O que não precisa ser identificável não é coletado identificável.

Por uma conversa de discovery pela nossa página de contato. A partir dela mapeamos as fontes de dados disponíveis, o que cada uma responde hoje e qual decisão operacional muda primeiro — e esse recorte vira o primeiro escopo.